domingo, 1 de fevereiro de 2015

'Far Cry 4' vende 300 mil unidades no Brasil, diz Ubisoft

Lançado para PlayStation 4, Xbox One, Xbox 360, PS3 e PC, "Far Cry 4" é bastante similar ao seu antecessor ("Far Cry 3"), mas isso não é necessariamente um problema. O jogo evolui em todos os aspectos e apresenta um mundo aberto, repleto de ação.
Desta vez, a ação deixa as ilhas paradisíacas do terceiro game e vai para a cidade fictícia de Kyrat, no Himalaia. Lá o jogador deve enfrentar a fauna local e bandos de inimigos, como o do vilão Pagan Min, que estampa a capa do jogo.
Bertrand Chaverot, diretor da Ubisoft na América Latina, comemorou o resultado. "'Far Cry 4' é divertido e imprevisível, mistura mundo selvagem com gameplay sistêmico e tem um tom politicamente incorreto que o público brasileiro adora", disse em comunicado. "A marca de 300 mil cópias vendidas em apenas dois meses é mais uma a ser comemorada e vamos continuar investindo para fomentar o mercado nacional de games".

Garota de 7 anos hackeia Wi-Fi público em 11 minutos

Uma garota de apenas 7 anos foi capaz de hackear um hotspot de Wi-Fi público em exatos 10 minutos e 54 segundos. A façanha aconteceu através de uma campanha da Hide My Ass, empresa de segurança britânica.
Segundo a companhia, a ideia era demonstrar a facilidade com que uma conexão pode ser controlada por uma pessoa comum, mesmo sem conhecimentos avançados. Para isso, a pequena Betsy Davis apenas assistiu um tutorial em vídeo e foi capaz de executar um ataque Man-in-the-Middle, que permite roubar dados de outros computadores ligados ao hotspot.
Ao fazer uma busca procurando por tutoriais a respeito, Betsy constatou ainda 11 milhões de resultados no Google, além de cerca de 14 mil tutoriais no YouTube.
De acordo com pesquisa feita pela empresa, só no Reino Unido, 59% dos usuários acessam hotspots inseguros de Wi-Fi, com um a cada cinco deles usando a conexão ao menos uma vez por semana. Além disso, 31% dos usuários transmitem e-mails e documentos nessas redes e 19% acessam elas para entrar em bancos.

Estudo revela que 90% dos brasileiros fazem selfie

Ao apresentar seu trio de smartphones de alumínio, nesta quinta-feira, 29, a Samsung aproveitou para divulgar um estudo que a empresa encomendou para entender qual a relação do brasileiro com a “selfie”, a mania de tirar autorretratos com a câmera do celular.O trabalho, tocado pela Antennas, revelou que 90% dos brasileiros tiram selfies, sendo que mais da metade, 58%, o fazem quase todo dia ou ao menos uma vez por semana. Outros 29% tiram fotos de si mesmos ao menos uma vez por semana e 12% são ainda mais frenéticos: usam a câmera todos os dias.
E a pesquisa mostra também que a selfie chegou há pouco tempo por aqui. Só 25% dos entrevistados fazem isso há mais de 3 anos, sendo que 31% começaram entre 2012 e 2014 e 44% chegaram à moda só no ano passado.
A maioria dos brasileiros (72%) prefere incluir familiares ou amigos na foto, o que a consultoria apelidou de “wefie”, enquanto 34% usam o método para se incluir em uma paisagem. 29% tiram a selfie sozinhos, assim como outros 22%, que o fazem para mostrar onde estão.Apenas 19% se fotografam para mostrar paisagens urbanas, enquanto 12% fazem a selfie no espelho.O celular é usado por 87% dos adeptos da selfie. Depois, com 19%, vem a câmera fotográfica, e então, com 13%, o tablet. Aliás, 51% deles só usam o celular.

2040: humanos só dirigirão carros em pistas de recreação e games

Sinto uma certa pena antecipada dos meus netos que ainda nem nasceram. Aposto que eles nunca terão nem um resquício da mesma relação fascinante com os carros que eu e umas três gerações antes de mim tiveram. Não é só o prazer de dirigir, mas também todo o envolvimento emocional com os automóveis, como por exemplo a sensação de conquista ao aprender a guiar, a satisfação de comprar o pri-meiro carro com o próprio dinheiro ou aquele "cheirinho de carro novo” que a gente sente algumas vezes ao longo da vida.
Assim como minha filha de 9 anos não conse-gue imaginar um mundo sem celular ou Inter-net, meus netos perguntarão abismados: “Vovô, como era quando as pessoas que dirigiam os carros? Que estranho que devia ser…” Digo isso porque eu aposto meu dedo mindinho da mão esquerda como em 2040 (talvez bem an-tes) todos os veículos automotores serão total-mente autônomos. Não será permitido a huma-nos controlar essas máquinas perigosas em vias públicas. Simples assim. Será imposto por lei em praticamente todos os países.
A Internet demorou somente 20 anos para nascer comercialmente em 1995 e se tornar o que é hoje. Isso porque não há leis que obri-guem seu uso ou que proíbam a utilização de outros meios alternativos. No caso dos auto-móveis, não somente o mercado (fabricantes e consumidores) caminhará no sentido dos ve-ículos totalmente autônomos, como também os governos e as autoridades irão impor isto à sociedade. A transformação poderá ocorrer muito mais rápido do que se imagina.

O Google e as grandes montadoras do mun-do já tem protótipos de carros autônomos ro-dando por aí e a CES 2015, que ocorreu agora em janeiro, foi invadida pelas marcas de auto-móvel apresentando seus projetos nessa área. Esse tema começou muito depois, mas está evoluindo de maneira muito mais acelerada que os carros elétricos e quando essas duas tendências se unirem de maneira massificada (carros autônomos E elétricos), a indústria au-tomobilística irá se misturar completamente com a computação e a robótica. Não me sur-preenderia que na próxima década teremos a Apple também entrando nesse mercado e lançando seu iCar.

Confira abaixo 8 motivos pelos quais empresas e governos vão abolir os carros tradicionais:

1 - Segurança no trânsito
As pessoas não tiram carteira de motorista, tiram porte de arma. No Brasil, mais pessoas morrem por acidente de trânsito do que por homicídios ou câncer. Só perde para doenças circulatórias. São mais de 60 mil vítimas fa-tais por ano (dados de 2012). No mundo são 1,2 milhão de mortes no trânsito em 12 mi-lhões de acidentes graves anualmente. Sendo que mais de 95% dos acidentes são causados por irresponsabilidade, imperícia, imprudên-cia e negligência.
Carros autônomos não sofrem de nenhum desses problemas e ainda saberão se autodiagnosticar para detectar possíveis falhas me-cânicas. Num mundo somente de carros autô-nomos não há acidentes de trânsito. E ponto.
Por fim, fora o valor imensurável de uma única vida, quanto um país ou cidade deixa de gastar quando não há mais acidentes (resgate, poli-ciais, hospitais etc)? Estima-se que o custo dire-to anual de acidentes de carro no mundo che-gue a US$230 bilhões.
2 - Congestionamentos
Quando todos os carros de uma cidade forem autônomos, não haverá mais congestionamentos. Não somente os carros se auto-diri-gem muito melhor, anteveem movimentos, não se distraem e conseguem otimizar total-mente sua maneira de dirigir, como também (e o mais incrível) é que as ruas poderão alte-rar de mão e novas rotas serem determinadas conforme a necessidade do horário ou das circunstâncias, sem cones, placas ou guardas de trânsito.
Muito fluxo subindo a 23 de Maio em direção ao Centro? O sistema de trânsito da cidade coloca mais duas faixas da outra pista no sen-tido contrário e avisa todos os carros. Voilá.

3 - Investimentos em vias públicas

Outra grande vantagem dos automóveis au-tônomos é que as cidades e países terão que investir muito menos em novas ruas, avenidas e estradas. Esses recursos serão otimizados ao máximo de seu potencial e sobrará mais di-nheiro para outras áreas como educação, saú-de, habitação, programas sociais, etc. Alguns estudos indicam que a capacidade da estru-tura viária de uma cidade é multiplicada por 15 quando todos os carros são autônomos.

4 - Conforto e tempo liberado
Considerando uma média de 1 hora de dire-ção por dia, uma pessoa gasta então 22,5 dias anualmente atrás do volante (considerando um dia de 16hs acordado). Se não tivermos que dirigir para nos locomover, ganhamos quase 1 mês inteiro no ano para fazer coisas muito mais produtivas e prazeirosas.
Além disso, haverá muito mais conforto e es-paço dentro dos automóveis que poderão ser construídos em formatos muito mais variados do que os limites impostos hoje pela posição de dirigir do motorista e todos os instrumen-tos que se utiliza para guiar o carro (pedais, direção, controles etc). Já imaginou um carro onde você vá deitado em uma espreguiçadei-ra ou reunido com a família numa mini-sala?
5 - Custos de produção
Hoje em dia carros autônomos são naturalmente bem mais caros que carros normais. Afinal carregam uma parafernália tecnológica que gera e processa 750Mb por segundo de informação. Mas isso irá se inverter. São duas razões para isso. Primeiro, com o carro se transformando num verdadeiro computador sobre rodas, ele passa a obedecer à Lei de Moo-re e muito em breve toda a camada computacional de direção autônoma de um carro terá um custo muito reduzido, tendendo a ficar tão insigni-ficante quanto o custo dos amortecedores.
Em segundo lugar, carros que se dirigem sozinhos não terão muitos dos custos de um carro normal como volante, pedais, seletor de marchas e todos os outros controles, assim como podem ser construídos com níveis de segurança passiva menores, já que não sofrerão acidentes num mun-do dominado por eles.

6 - Imóveis e estacionamento

Em Los Angeles há 3 vagas de estacionamento para cada carro e 60% de toda a área de cidade é dedicada a estacionamentos. Por outro lado, em Manhattan é muito difícil ou caro estacionar o carro. Em Londres e várias outras cidades da Europa não há imóveis com garagem no centro e em São Paulo, o novo Plano Diretor vai dificultar bastante a construção de garagens em inúmeros bairros. Estacionar o carro é um problema tan-to de escassez como de abundância. Carros autônomos resolvem este problema pois podem estacionar em qualquer lugar ou nem estacionar e ficar andando por aí dependendo do local. É como um carro com um motorista incansável. Num mundo assim, será alterada toda a lógica de especulação imobiliária e muitos espaços e terrenos hoje dedicados a estacionamentos poderão ser utilizados para outros fins, assim como haverá muito mais liberdade para as pessoas morarem bem em locais sem vagas próximas.
 7 - Meio ambiente e economia de energia
Nos EUA, 25% do orçamento de energia do país é voltado aos automóveis. E muitos acre-ditam que os carros elétricos (não necessa-riamente autônomos) são a grande salvação contra a poluição causada pelos veículos em geral, mas em países com matriz de energia elétrica “suja” baseada no carvão e outros combustíveis fósseis, os ganhos são muito menores. Além disso, convenhamos que uma usina hidroelétrica ou nuclear, apesar de lim-pas, exigem investimentos colossais e causam grandes impactos na sua construção ou repre-sentam um  certo risco para a humanidade.
Nesse contexto, os self-driving cars terão um papel muito importante pois representam uma enorme economia de energia nesta ma-triz, independente de como foi gerada. Au-sência de trânsito, direção otimizada, veículos mais leves, motores menores, enfim, todas as características dos carros autônomos contribuem significativamente neste sentido.
8 - Acessibilidade e independência
Muitas pessoas hoje no mundo dependem de outras pessoas ou são obrigadas a utilizar transporte público quando querem se loco-mover pelas cidades ou estradas. Idosos, defi-cientes visuais, deficientes físicos, entre tantos outros públicos.
Só para se ter uma ideia da quantidade de pes-soas que podem ser impactadas, segundo a OMS, há hoje no mundo 241 milhões de pes-soas com 75 anos ou mais. Em 2040 é espe-rado que esse número chegue a 525 milhões ou 5,8% da população esperada de 9 bilhões de pessoas. Também segundo a OMS há hoje cerca de 285 milhões de deficientes visuais.
Com os carros autônomos isto não será mais uma limitação. Qualquer pessoa, independen-te de sua condição física ou aptidão para dirigir terá muito mais independência, agilidade e co-modidade para poder ir aonde bem entender.